Tecnologia a favor do Terceiro Setor

Por: Dialogo Social
01 Março 2009 - 00h00

Quantas pessoas têm vontade de doar seu talento e tempo, mas encontram empecilhos no meio do caminho? Pelo menos a distância deixou de ser um problema. Basta ter acesso à internet e começar o trabalho voluntário.

Vem crescendo o número de internautas pelo país que passam a se dedicar ao voluntariado on-line, conhecido também como voluntariado sem sair de casa ou voluntariado virtual. No Brasil, há quase 65 milhões de pessoas que utilizam a internet em casa ou no trabalho. Com esse aumento e pela dificuldade que a maioria tem de encontrar tempo livre, algumas organizações sociais mesclam suas atividades presenciais e à distância.

O voluntariado on-line abriu essa possibilidade, permitindo que as pessoas atuem sem a necessidade de comparecerem na organização social. Profissionais como tradutores, assessores jurídicos, redatores, “blogueiros” e criadores de campanhas de comunicação e de logomarcas encontraram mais possibilidades de doar seu tempo, trabalho e talento sem sair de casa.

Projeto piloto

Desde 2008, o Instituto Voluntários em Ação (IVA), de Santa Catarina, passou a incentivar o voluntariado on-line. O IVA convidou três organizações para o desenvolvimento de um projeto piloto virtual. Entre os critérios de seleção dessas instituições, dois foram fundamentais: a maneira como elas gerenciam os voluntários e a relação delas com a internet.

A partir da escolha e da prévia apresentação da proposta de trabalho, foram captados voluntários para organizações convidadas com a ajuda do Portal Voluntários On-line. Todas as organizações receberam o nome e o e-mail do voluntário para fazer o primeiro contato, intermediado pelo IVA. Entre as orientações estava um modelo de e-mail inicial, no qual constavam explicações sobre tarefas, prazos e sugestões.

Comprometimento

O trabalho à distância exige mais disciplina da organização, que precisa orientar seus voluntários on-line com a mesma competência gerencial, porém, com o auxílio das ferramentas tecnológicas. Nesse caso, vale abusar de e-mail, telefone, grupos de discussão, salas de bate-papo e mensagens instantâneas.

Assim como no voluntariado presencial, é fundamental a presença de uma pessoa responsável pelo gerenciamento dos voluntários à distância. Esse profissional precisa ter domínio das ferramentas de informática, habilidade para responder rapidamente as mensagens do internauta, ser claro e conciso para explicar o trabalho e o que a organização espera do voluntário.

O processo de seleção e formalização do vínculo de voluntariado é, em partes, semelhante ao voluntariado presencial. Embora o contato seja feito pela internet ou telefone, precisa-se de certos instrumentos de avaliação de competências para a atividade a ser realizada, não dispensa a capacitação e, principalmente, a assinatura do termo de adesão.

Toda dinâmica de informação e envolvimento de voluntários estão sujeitos à mesma gestão. Por isso, o coordenador precisa criar maneiras de estimular e envolver cada vez mais sua equipe virtual.

É possível desenvolver clippings com conteúdo informativo, e-mails e cartões comemorativos a fim de que o voluntário se sinta parte do projeto ou da organização social. É fundamental que o fluxo de correspondência pela internet seja constante, não deixando o voluntário sem um retorno.

É comum que as pessoas se surpreendam com essa nova modalidade de voluntariado, mas é importante perceber que o ato de ser voluntário não está na presença física dentro de uma organização social, mas na capacidade de se comprometer com a causa.

Link
www.cvsp.org.br

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