Ivete Sangalo

Por: Elaine Iorio
01 Abril 2006 - 00h00

Ivete Sangalo vive a mil por hora! Ela participa de programas de TV e rádio, concede entrevistas para diversos veículos e faz shows por todo o Brasil e no exterior. Apesar da agenda sempre lotada – com compromissos previstos até o Carnaval de 2007 –, a cantora ainda encontra tempo para se dedicar a projetos sociais.

Atualmente, sua atenção está voltada para as ações promovidas pela Fundação Pio XII, que mantém o Hospital de Câncer de Barretos, em São Paulo, e atende pacientes com câncer que não dispõem de recursos para o tratamento.

A entidade foi instituída em 27 de novembro de 1967, mas somente em 1989 é que surgiu a oportunidade de construir um novo hospital para a cidade. Hoje, o Hospital de Barretos conta com 115 médicos e mais de 1.300 funcionários. Ao todo, 1.115 municípios de 25 estados do Brasil são benefi ciados, sendo 2.000 atendimentos por dia – 98% via Sistema Único de Saúde (SUS).

Com o apoio de muitos artistas brasileiros – que assim como Ivete Sangalo se sensibilizam com a causa e participam das campanhas promovidas –, o hospital mantém suas portas abertas, apesar do déficit mensal em torno de R$ 1,8 milhão. Um exemplo é o projeto Direito de Viver 5, no qual 16 músicos, entre eles cantores sertanejos, românticos e pop, se empenharam na gravação de um CD e um DVD.

No momento, a cantora baiana é a madrinha da campanha Vista o Bem, uma parceria entre a Fundação Pio XII e o grupo Via Veneto na criação de camisetas que estão sendo comercializadas nas lojas Brooksfi eld de todo o país. É exatamente sobre seu envolvimento com a fundação que a cantora conversou rapidamente por e-mail com a Revista Filantropia.

Revista Filantropia: Fale de seu envolvimento com a Fundação Pio XII e com os projetos desenvolvidos em prol do Hospital de Câncer de Barretos.
Ivete Sangalo: Sempre soube da existência do projeto e do incrível trabalho desenvolvido em Barretos. Estive na cidade para um show destinado ao hospital e visitei o projeto. Fiquei apaixonada e tomei para mim a oportunidade
de ajudar. Comecei fazendo shows em prol do hospital e, sempre que posso, alerto e peço pelo projeto por meio da minha imagem.

Filantropia: Você está envolvida com outros projetos sociais?
Ivete: Há sempre pessoas e grupos que precisam de ajuda. Atualmente, estou muito próxima de uma comunidade de idosos. É possível mudar muitas coisas na vida dessas pessoas.

Filantropia: Quais as suas ideologias pessoais em relação ao desenvolvimento social do país e à melhoria da  qualidade de vida da população?
Ivete: É do ser humano que parte o grande objetivo da vida: estar de pé e sobreviver a esse mundo. Esta será sempre a grande prioridade. Desenvolver-se socialmente é não perder o prumo do desenvolvimento e do bem-estar da humanidade.

Filantropia: Você acredita que a conscientização da população em relação ao socialestá aumentando?
Ivete: Sem a menor dúvida!

Filantropia: A classe artística tem a responsabilidade de contribuir socialmente?
Ivete: Acredito que temos uma força gigantesca, pois somos um exemplo que o
público tende a seguir.

Filantropia: Se você pudesse realizar apenas um desejo para melhorar o país, o que você pediria?
Ivete: Prestar verdadeira assistência a cada criança nascida. Isso mudaria a qualidade de vida e de essência do individuo. É o trabalho preventivo.

Filantropia: Na sua opinião, qual o maior problema social do Brasil? Como resolvê-lo?
Ivete: Os problemas sociais acontecem quando não há nenhum tipo de conexão  entre dirigentes e povo. Os direitos e deveres são ensinados na escola, mas difi cilmente se estabelecem no dia-a-dia. Cada vez mais votar e ter consciência de voto se transformam em grande trunfo de melhora.

Filantropia: Como você gerencia seu tempo entre as ações sociais e o trabalho artístico?
Ivete: Há tempo para isso e muito mais. Acredite!

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