Relatório da SOS Mata Atlântica aponta melhoras na qualidade da água do Rio Tietê

Por: Thaís Iannarelli
27 Outubro 2014 - 12h40

O relatório O Retrato da Qualidade da Água e a evolução dos indicadores de impacto do Projeto Tietê é realizado anualmente pelo projeto Observando o Tietê, da Fundação SOS Mata Atlântica. No mês passado, foi concluído o monitoramento da qualidade da água dos rios e das bacias hidrográficas do Alto e Médio Tietê, que abrangem 68 municípios paulistas.

Esse documento começou a ser elaborado há um ano, por cidadãos, organizações civis que fazem parte da Rede das Águas, com acompanhamento e supervisão da equipe técnica da SOS Mata Atlântica. A finalidade é mostrar dados para que a população possa fazer o acompanhamento da evolução e dos impactos dos projetos Despoluição do Rio Tietê e Córrego Limpo.

Ao todo foram coletadas amostras de 82 pontos, distribuídos em 68 municípios das bacias hidrográficas do Alto e Médio Tietê na região metropolitana de São Paulo e no interior paulistas.

De acordo com o relatório, a qualidade da água dos rios e bacias hidrográficas é diretamente impactada pelo clima, pelas mudanças nos regimes de vazões, alterações climáticas, estiagens, e pode ser usado para abastecimento público, geração de energia, diluição de afluentes e irrigação.

Para conseguir os resultados da qualidade da água do rio Tietê, foram utilizados as médias dos índices obtidos em doze meses em cada ponto de coleta. No período compreendido entre fevereiro e agosto, as principais reclamações da sociedade eram o odor e o aspecto do rio Tietê e do Pinheiros.

Salesópolis, Biritiba-Mirim e Mogi das Cruzes, que são pontos de captação de água do rio Tietê, saíram do índice regular para bom, mesmo com o período de seca. Nas localidades onde o curso natural dos rios foi alterado percebeu-se um comprometido mais drástico da qualidade da água, no trecho de 38 km de extensão do rio Tietê, entre o município de Guarulhos, passando pelas Marginais na capital paulista, até a divisa com o município de Osasco.

O relatório aponta que os investimentos em saneamento básico na Região Metropolitana de São Paulo tiveram uma sensível melhora na qualidade da água coletada em 18 pontos de coleta distribuídos em córregos e pequenos rios da capital, que saíram da condição péssima – de rios completamente mortos - para índices ruins, regulares e bons.
Foi levantado também a necessidade de uma integração de ações de saneamento, de uso do solo e de conservação das florestas e da Mata Atlântica em áreas urbanas e de mananciais, disso depende a manutenção da qualidade de água boa medida em 10 pontos de coleta.

A conclusão foi que os índices de saneamento básico do Estado de São Paulo são melhores do que em outros Estados no País, mas ainda estão muito distantes do que a sociedade necessita.
Site da SOS Mata Atlântica: www.sosma.org.br

http://www.setor3.com.br

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