Programa brasileiro estimula produção rural familiar em países africanos

Por: Thaís Iannarelli
13 Maio 2015 - 14h47

Referência mundial em tecnologia dedicada à agricultura familiar, o Brasil incrementou, em 2015, o programa criado com o objetivo de fortalecer a produção agrícola em países da África, da América Latina e do Caribe, com o foco no combate à fome. O Mais Alimentos Internacional, uma versão do programa nacional que estimula a produção rural familiar, oferece financiamento aos países e ainda permite a troca de conhecimento técnico.
No início deste ano, Moçambique recebeu 513 tratores e o Senegal, 175, por meio do programa. No ano passado, o Zimbábue adquiriu 320 unidades, com os recursos advindos do crédito do Mais Alimentos. Além do aspecto social, economicamente o programa tem impacto positivo no estímulo à exportação brasileira de máquinas.
Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário, o programa hoje está presente em Moçambique, Gana, Quênia, Zimbábue, Senegal e Cuba, segundo o diretor do Mais Alimentos, Lucas Ramalho. “O programa busca oferecer um crédito barato para países adquirirem máquinas e implementos agrícolas produzidos no Brasil. Hoje, o Brasil é referência mundial em tecnologia adequada para agricultura familiar”.
O Mais Alimentos África nasceu em 2010 durante o Diálogo Brasil-África sobre Segurança Alimentar, Combate à Fome e Desenvolvimento Rural. “Naquela ocasião ficou definido que seria criado um programa de estímulo à exportação das nossas máquinas para a África principalmente com o intuito de aumentar a produção de alimentos daquele continente, que passa por sérias restrições em vários países. A chegada desses maquinários e dessa tecnologia foi muito bem recebida”, conta Ramalho.
Os equipamentos são comprados pelo governo dos países parceiros, e cada um tem uma maneira de disponibilizar o material aos agricultores familiares. Ramalho conta que relatos vindos dos países onde o maquinário já está em funcionamento indicam a satisfação dos agricultores locais. “A gente recebe relatos que as máquinas já estão em operação nos países, que os agricultores estão muito satisfeitos com a tecnologia recebida e com a melhoria da qualidade de vida porque torna a vida no campo mais fácil.”
Os países participantes têm até 15 anos para pagar o empréstimo com juros de 2% ao ano. Além de adquirir as máquinas, Ramalho destaca outra vantagem da relação que é firmada entre os países, como a do comprador ter a oportunidade de aprender sobre políticas públicas desenvolvidas no Brasil na área da agricultura familiar.
Fonte: Agência Brasil

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