Os grupos de voluntariado e a qualidade dos relacionamentos

Por: Thaís Iannarelli
01 Maio 2012 - 00h00

Todos nós participamos de muitos grupos, tais como: família, escola, faculdade, religião, esporte, assim como o local onde trabalhamos. Neste, atuamos quase todos os dias, fator que justifica que a qualidade dos relacionamentos é primordial para os envolvidos e, consequentemente, para a empresa.
Avaliando esses grupos é possível perceber alguns padrões de comportamento comuns entre as pessoas: dividem-se em “panelas”, batalham por causas próprias, ficam presas às experiências passadas ou são totalmente dependentes de um líder que mostre um norte a ser seguido. O esforço para unir as pessoas em ambientes assim é muito grande, gerando estresse aos envolvidos e caracterizando, portanto, um grupo imaturo.

Existem diversas maneiras de trabalhar o desenvolvimento desses grupos, buscando o aumento do comprometimento, da responsabilidade e do senso de cooperação. Uma delas é a promoção da gestão coletiva, e um programa de voluntariado pode ser um grande aliado. O voluntariado já traz em sua essência a força da solidariedade, mas isso não garante que a característica do “cada um por si” presente em grupos imaturos não venha a prevalecer. Por isso, apenas promover um programa de voluntariado e esperar que isso melhore a qualidade dos relacionamentos na empresa pode ser uma tarefa ineficaz.
Para que o programa tenha bons resultados no desenvolvimento de relacionamentos saudáveis, é importante dar espaço para as pessoas compartilharem seus sonhos, suas experiências e suas habilidades, criando o sentimento de pertencimento ao grupo. Para isso, é necessário pensar em encontros que promovam esse tipo de interação e que façam as pessoas participarem de forma mais espontânea.

Pensar no social é pensar também em nós, ou seja, em cada indivíduo do grupo. Quando estamos reunidos entre pessoas com um objetivo social em comum, como no voluntariado, podemos tentar agir de maneira diferente, revendo nossas formas de relacionamento. O intuito é realmente o de cooperar e se autodesenvolver, para que se possa explicar e escutar as ideias dos outros, aceitando e compreendendo seus sentimentos e sonhos diferentes. O trabalho voluntário desenvolvido em conjunto, criando este ambiente de respeito e confiança, possibilita que o grupo comece a desenvolver uma nova identidade.
E este é um padrão de grupo maduro, que sustenta relacionamentos saudáveis, cuidando das pessoas que participam sem perder o olhar para os objetivos. Da mesma forma que mandar em outra pessoa requer um pensamento anterior ao ato, promover um grupo olhando para seu amadurecimento também. Vale a pena tentar!

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