Luiz Inácio Lula da Silva

Por: Revista Filantropia
01 Setembro 2002 - 00h00
01 baixaQual o papel que as entidades beneficentes terão em um eventual governo e quais as propostas para o Terceiro Setor?

A pergunta ao lado foi feita aos quatro principais candidatos à Presidência da República, tendo todos o mesmo espaço para resposta (entre 2 e 2,8 mil caracteres) O nosso maior sonho é o de contribuir com a nossa experiência política para melhorar o Brasil. Vamos combater a miséria e acabar com a fome que castiga quase 50 milhões de pessoas em nosso País e criar condições para que a grande maioria do povo brasileiro tenha cidadania. A juventude tem de voltar a acreditar no presente e no futuro do Brasil. Para atingir esses objetivos, é preciso contar com a participação efetiva do Terceiro Setor, inclusive das entidades beneficentes. Nossa proposta é tratar o social e o econômico como duas dimensões interligadas e igualmente prioritárias do desenvolvimento brasileiro. Temos convicção que o que vai abrir uma nova fronteira de crescimento para o Brasil é a inclusão de milhões de assalariados no mercado de massas. Isso vai criar novas oportunidades para as empresas que buscam mercado para ampliar a sua produção. Na “Carta ao Povo Brasileiro”, que divulgamos em junho, reafirmamos nosso compromisso histórico com o combate à inflação e com a retomada do crescimento econômico, com a geração de empregos e com a efetiva distribuição de renda. Mas esse novo modelo não surgirá de decisões unilaterais do governo, tal como ocorre hoje. Nem será implementado por decreto, de modo voluntarista. Vai surgir de uma ampla negociação nacional, que deverá conduzir a um novo contrato social, fundado no crescimento com estabilidade. Para isso, nós contamos com a contribuição da iniciativa privada, como está escrito no nosso programa de governo. Queremos, especialmente, a ajuda das milhares de organizações que fazem parte do Terceiro Setor, e das empresas socialmente responsáveis. Há poucos dias, estivemos em um grande evento com empresários, promovido pelo Instituto Ethos. Duas semanas antes, participamos de uma significativa reunião na sede da Abong (Associação Brasileira de Organizações Não-Governamentais). A experiência tem demonstrado que a maioria das iniciativas dessas instituições tem funcionado muito bem. E nós vamos incentivá-las porque queremos que os recursos do governo e da sociedade sejam mobilizados de forma articulada, eficiente e produtiva em torno das nossas grandes prioridades: retomada do crescimento econômico, com geração de emprego e distribuição de renda.

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