IDIS debate pacto social e investimento social privado

Por: Revista Filantropia
01 Maio 2003 - 00h00
Com o intuito de levantar a questão do pacto social proposto pelo governo Lula, o IDIS – Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social – reuniu grandes investidores sociais brasileiros, como fundações e institutos de empresas privadas, além de membros do governo e lideranças do Terceiro Setor para discutir o tema “Pacto Social e o Papel do Investimento Social Privado na Comunidade: Desafios e Tendências”.

O debate, ao reunir representantes do governo, sociedade civil e investidores/empresários, procuram incentivar a articulação dos três setores da sociedade em prol da eficiência e eficácia dos investimentos na comunidade, tendo como conseqüência maior justiça e eqüidade social.

Abrindo o encontro, o presidente da Fiesp, Horácio Lafer Piva, disse que o tema do pacto social, que já está fazendo parte das discussões no Brasil, começa a entrar em vigoroso crescimento, principalmente a partir da entrada de um presidente mais preocupado com a área social. “O Fome Zero veio reforçar a idéia de uma atitude socialmente responsável”, disse. Piva, que é membro do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, criado pelo governo para debater as propostas do planalto, também ressaltou a crescente participação do empresariado em iniciativas de desenvolvimento social. “As elites estão hoje convencidas da urgência do tema”.

Vânia Maria Ferro, Diretora Executiva da Care Brasil, ONG internacional recém-chegada no País, defendeu que as ONGs têm papel importante na interlocução entre governo, setor privado e comunidades, porém “não devem ser dependentes dos recursos públicos, mas ser capazes, técnica e politicamente, de exercer esse papel”.

Na mesa que discutiu a relação Estado-Sociedade, sob a ótica do papel do empresariado, o presidente do GIFE – Grupo de Institutos, Fundações e Empresas, Léo Voigt, disse que cada vez mais ONGs e empresariado vêm se aproximando pelo fortalecimento da gestão e sustentabilidade das ações sociais. “O modelo de gestão e gerenciamento da empresa privada está sendo cobiçado pelas ONGs, enquanto que estas estão ensinando o empresariado um modelo de organização baseado na idéia de mobilização de pessoas”, disse.

Já para falar do posicionamento do Estado frente à sociedade, Cláudia Costin, secretária da Cultura do Governo do Estado de São Paulo, acredita que, dada as crises em que o Estado vive (fiscal, política, do modelo de gestão e do modelo de intervenção na economia), é preciso, entre outros fatores, “descentralizar a implementação das políticas sociais, com uso de instrumentos efetivos de coordenação nacional e controle cidadão; e focalizar melhor os gastos sociais, fazendo os recursos chegarem realmente aos mais pobres”.

Entre os convidados internacionais, David Valenzuela, presidente da Inter-American Foundation (IAF) nos Estados Unidos, comentou os 32 anos de trabalho da entidade, responsável pelo financiamento, através de recursos internacionais, de projetos voltados para o desenvolvimento de comunidades a partir da mobilização de organizações e empresas locais.

No debate sobre marketing relacionado a causas, um dos destaques foi a apresentação da presidente da Avon e presidente do Conselho do recém-criado Instituto Avon, Eneida Bini, que falou, principalmente, dos projetos da empresa no combate ao câncer de mama em todo o mundo, cujos recursos chegam à ordem de US$ 250 milhões. No Brasil, assim como nos outros países onde a Avon atua, a missão do instituto é promover a saúde e o bem estar da mulher, a partir de um trabalho de informação contínua junto à sociedade.

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