UNFPA cria plataforma com histórias de mulheres afetadas pelo zika

Por: Thaís Iannarelli
07 Julho 2016 - 18h53

O site reúne relatos colhidos pela equipe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) durante atividades de campo em regiões afetadas pelo surto de zika. O objetivo de iniciativas do fundo é mobilizar comunidades e ampliar o acesso a informações sobre o vírus e seus efeitos na saúde das mulheres com um enfoque em direitos, igualdade de gênero e planejamento voluntário da vida reprodutiva. Espaço “Histórias, Direitos e Zika” conta experiências e traz relatos inspiradores de mulheres que estão buscando responder às incertezas causadas pelo zika. Mulheres, jovens e adolescentes que vivem em áreas afetadas pela epidemia de vírus zika estão enfrentando os riscos da doença com coragem, criando redes de apoio para bebês com microcefalia e superando seus desafios com esperança e determinação. É o que mostram as histórias de vida reunidas pelo Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) no novo espaço virtual “Histórias, Direitos e Zika”, lançado nesta quarta-feira (6).

O espaço traz relatos de mulheres que buscam responder às incertezas causadas pelo zika e decidir se e quando engravidar de modo seguro, proteger-se do vírus durante a gravidez e, nos casos de infecção, cuidar da melhor forma de seus bebês nascidos com microcefalia. O objetivo da iniciativa é mobilizar comunidades e ampliar o acesso a informações sobre o zika e seus efeitos na saúde das mulheres com um enfoque em direitos, igualdade de gênero e planejamento voluntário da vida reprodutiva. O espaço virtual será usado para compartilhar registros feitos pela equipe do UNFPA e parceiros durante atividades de campo desenvolvidas pela iniciativa “Atuando em Contextos de Zika: Direitos Reprodutivos de Grupos em Situação de Vulnerabilidade” em comunidades de Pernambuco e Bahia, estados que registram o maior número de casos de síndrome congênita de zika, como microcefalia.

A ação prioriza a população mais exposta ao vírus — mulheres em idade reprodutiva, especialmente adolescentes e jovens afrodescendentes de 15 a 29 anos das localidades com maior vulnerabilidade socioambiental ou com maior incidência de microcefalia e malformações sugestivas de infecções congênitas por zika.

Fonte: ONU

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