Envolvimento:

Por: Revista Filantropia
01 Maio 2011 - 00h00

Um dos principais pontos de atenção para a criação da cultura do voluntariado e sua manutenção em uma empresa é o envolvimento das diversas áreas e departamentos, desde a concepção de um programa até o engajamento de novas pessoas durante o seu funcionamento.
Pode-se dizer que a concepção do programa é a fase em que um grupo ou uma área começa a se movimentar para fomentar o voluntariado. Isso pode vir de uma chefia, de voluntários já atuantes ou de um direcionador de um planejamento estratégico. É nesse momento que algumas empresas convidam consultores, realizam benchmark ou começam a incentivar o voluntariado sem um planejamento específico.
É nessa fase que o envolvimento para “pensar” o programa, levantar as ideias, o histórico do tema na empresa e criar as pontes para o futuro é primordial. Por isso, a participação de setores de treinamento, recursos humanos, responsabilidade social e comunicação são imprescindíveis. É importante ressaltar que estar atento ao envolvimento de pessoas também é necessário no decorrer do programa, pois tanto a empresa quanto o programa estão em constante mudança, seja de pessoas, contextos ou práticas.
Envolver pessoas para propor mudanças requer também um planejamento. Saber como trazê-las, como construir um diálogo aberto e formas de proposição de ações reais são os pontos-chave para o envolvimento. Todo esse cuidado é necessário para que este momento não termine no vazio e o voluntariado não caia no descrédito junto aos envolvidos.
Toda articulação para o envolvimento e integração de pessoas pode acontecer por meio de conversas, workshops, oficinas e reuniões, e precisam ter no seu planejamento três aspectos:
1. Entendimento: mostrar com clareza quais são as ideias que estão movendo o tema voluntariado na empresa: a importância, o que já é feito e quais as mudanças propostas para a formalização de um programa de voluntariado e/ou das atividades previstas. É o momento de mostrar os fatos, de conscientizar os envolvidos.
2. Crenças: etapa de sensibilização, de incentivo ao voluntariado, mostrando os impactos que a atuação em conjunto podem causar dentro e fora da empresa. Casos reais, relatos pessoais, dinâmicas e vivências são formas eficientes de sensibilizar, criando uma sinergia no grupo.
3. Comprometimento: levar para a ação, mobilizar e dividir responsabilidades com os envolvidos. É necessário partir para a prática após a convocação, mostrar as possibilidades e engajar os envolvidos em iniciativas que façam sentido para eles. Criar um plano de ação com os itens “o que fazer”, “quem”, “quando”, “onde” e “porque” é uma ótima ferramenta para a realização.

É importante que o responsável pela articulação do envolvimento e integração tenha claro que os três aspectos – entendimento, crenças e comprometimento – devem fazer parte dos momentos de inclusão de pessoas no programa. Percebemos que nos dias atuais não fazemos nada sozinhos. Pessoas agindo coletivamente dão sentido às transformações, mas envolver requer cuidados para que não se desperdice tempo e dedicação dos envolvidos. O voluntário tem sonhos e é criativo; respeitar sua individualidade é um grande passo para o envolvimento.

Envolver pessoas para propor mudanças requer também um planejamento. Saber como trazê-las, como construir um diálogo aberto e formas de proposição de ações reais são os pontos-chave para o envolvimento

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