Comunicar questão de sobrevivência

Por: Fernando Credidio
01 Novembro 2002 - 00h00
Estamos na era da informação. Organizações viverão ou morrerão, dependendo da habilidade que tiverem para processar dados, transformá-los em informações, distribuí-las adequadamente e usá-las com rapidez para tomar decisões hoje e mudá-las amanhã, quando chegarem novas informações. Para ser vitoriosa, uma organização, seja ela do Primeiro, do Segundo ou do Terceiro Setor, precisa levar a comunicação – que é basicamente o processo de troca de informações –, para o centro das atenções – interna e externamente.

Coerente com essa visão, a partir desta edição, a organização não-governamental Parceiros da Vida, por meio de seus membros e colaboradores, ocupará regularmente este espaço, objetivando levar aos leitores da Revista Filantropia informações, dicas e esclarecimentos relacionados à Comunicação e ao Marketing voltados para o Terceiro Setor.

Da mesma forma, os artigos e ensaios publicados nesta seção contemplarão temas e aspectos da responsabilidade social, um assunto cada vez mais presente no ambiente corporativo, e que tem mobilizado grandes espaços na mídia, por se tratar tal matéria a evolução do próprio conceito da empresa, que, atualmente, não possui apenas uma função econômica – a de geração de empregos ou de riquezas –, mas, principalmente, o dever de se constituir em um veículo igualmente social.

“A maneira de conseguir uma boa reputação é lutar
para ser o que você deseja aparentar”

(Sócrates)

Comunicando para atingir metas

A comunicação entre as pessoas sempre foi um assunto complexo. Nas empresas e, sobretudo, nas organizações sociais, a situação não é diferente. Hoje em dia, não basta uma entidade do Terceiro Setor ser séria e reconhecida pela causa nobre que mantém, possuir voluntários comprometidos ou implementar uma gestão administrativa competente. Isso apenas não é suficiente. Cada vez mais, é necessário que as organizações não permaneçam à sombra, que adotem uma postura pró-ativa, comunicando-se eficazmente com os diversos públicos com os quais interagem: doadores, financiadores, parceiros, beneficiários, corpo de voluntariado e veículos de comunicação.

Essa conduta, se adotada, muito contribuirá para sua sobrevivência, uma vez que a maioria dos problemas enfrentados por uma organização da sociedade civil – notadamente aqueles afetos à sua sustentabilidade – reside exatamente na forma como elas se comunicam – ou não – com todos os atores inseridos em seu contexto de atuação. Não é demais lembrar que nenhuma entidade consegue mobilizar recursos de pessoas ou empresas que não conhecem ou que não estão sensibilizadas pelas causas com as quais a organização esteja trabalhando.

É preciso que os gestores do Terceiro Setor tenham em mente que toda e qualquer organização social assume o papel de comunicadora na sociedade, mesmo que não tenha consciência disso, porque, dentre outros fatores, a comunicação é uma poderosa ferramenta para educar e incluir o cidadão na convivência social. Por essa razão, destinar recursos para a área de Comunicação não é gasto nem desperdício. É investimento. As pesquisas mostram que quanto mais conhecido for um produto ou serviço, melhor eles tenderão a serem considerados. Do mesmo modo, a simples menção do nome de uma organização, por meio de um ativo processo de comunicação, poderá contribuir sobremaneira para o sucesso dos programas por ela mantidos.

Assim, além de contribuírem para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária, as entidades do Terceiro Setor devem assumir o compromisso de expandirem o relacionamento com o mundo em que se movimentam, porque esse é o verdadeiro canal para o crescimento, transformando a comunicação no elo forte de suas estratégias.

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