Afinal, o que são negócios inclusivos?

Por: Revista Filantropia
01 Março 2011 - 00h00
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Há ainda muitas dúvidas sobre o desenvolvimento de
práticas relacionadas a negócios inclusivos – até em
relação ao próprio tema. Quais públicos-alvo estão
envolvidos? Como conduzir, de forma efetiva, a integração
de ações entre governos, comunidades, sociedade civil organizada
e empresas? Como o investimento social em negócios
inclusivos pode colaborar para o desenvolvimento das
cidades? Isso gera vantagem para as empresas?

Como compreendê-los?
De acordo com o conceito abordado no Congresso Internacional de Cidadania Empresarial – Práticas e Inovações sobre Negócios Inclusivos, negócios inclusivos (NI) são iniciativas economicamente rentáveis, além de ambiental e socialmente responsáveis. Utilizam os mecanismos do mercado para melhorar a qualidade de vida de pessoas com maior vulnerabilidade social, ao permitir sua participação na cadeia de valor como fornecedores de matéria-prima, agentes que agregam valor a bens ou serviços ou distribuidores de bens ou serviços, além de prover o acesso a serviços básicos essenciais de melhor qualidade ou a menor preço e a produtos ou serviços que lhes proporcionem oportunidades de fazer negócios.
Em mais uma parceria entre o Instituto de Pesquisa de Mercado e Opinião Market Analysis e Conselho Empresarial
Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), foi realizado o estudo Rede de mercados inclusivos: dos beneficiados às grandes empresas, que aborda temas como: relevância dos negócios inclusivos e prioridades de ação, expectativas e desempenho das grandes empresas em NIs, a experiência de ser um beneficiado e os desafios e oportunidades do engajamento nos negócios inclusivos.

Quem são os públicos-alvo?
O estudo foi realizado com dois públicos distintos: representantes de organizações beneficiadas por iniciativas inclusivas; e representantes de grandes corporações alinhadas com a sustentabilidade e em diferentes estágios de atuação com relação às iniciativas de negócios voltados para a população de baixa renda.
A pesquisa constatou alguns dados interessantes.
O quesito desempenho empresarial em mercados inclusivos, por exemplo, gera opiniões confl itantes: apenas 18% dos benefi ciados avaliam que as corporações em geral possuem programas, enquanto 73% dos empresários afi rmam que suas empresas já praticam negócios inclusivos. Coerentes com essas visões contrastantes são as entidades governamentais ou instituições como o Sebrae, que surgem entre os benefi - ciados como principais organizações de referência no apoio aos negócios inclusivos – as grandes empresas acompanham a distância. A falta de organização empresarial é o maior obstáculo no desenvolvimento de NIs para ambos os públicos, atingindo 76 pontos no índice de intensidade para empresas e 67 pontos para os benefi ciados. Beneficiados e gestores de grandes empresas coincidem na necessidade de um papel mais incentivador por parte do governo. Além disso, os benefi ciados entendem que o principal desafio será gerar valor dos produtos provenientes de mercados inclusivos para o próprio consumidor, enquanto os gestores identifi cam como principal tarefa conquistar uma melhor compreensão do valor dos NIs entre investidores e acionistas. Ao falar das ações de negócios inclusivos, a maior parcela dos empresários (46%) se refere a iniciativas de capacitação profissional, – e, de fato entre as empresas engajadas na questão, é esse tipo de foco que predomina. Por outro lado, a capacitação profi ssional faz parte das expectativas de apenas 14% dos benefi ciários. A primeira expectativa de atuação corporativa para os últimos tem a ver com a geração de empregos.

 

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