Prática do bem deve ser copiada

Por: Marcos Biasioli
01 Maio 2003 - 00h00
“Os homens percorrem quase sempre estradas já andadas. Um homem prudente deve, portanto, escolher os trilhos já percorridos pelos grandes homens e imita-los”. (Niccolo Machiavelli)

A reflexão global da vida humana nos remete a externar uma conclusão: o homem somente se sente inteiramente feliz se estiver eternamente inovando.

É fácil notar isso, basta analisarmos o homem, nas suas mais variadas atividades, a saber: no campo dos negócios, a inovação é uma regra e vira obstinação, pois no jogo do perde-ganha, para muitos só ganha quem sai na frente. Na seara política, o caminho é o mesmo, pois observamos, desde as campanhas eleitorais, que a maior âncora da propaganda é o slogan da inovação, da mudança, da renovação, tipo “muda Brasil”. Na vida pessoal, não é diferente, principalmente quando chega a virada de cada ano, onde se flagra a promessa íntima, tipo: “este ano eu vou mudar de vida, tudo vai ser diferente”.

Em síntese, o homem gasta a maior parte do tempo de sua vida pensando e tentando ser diferente, uns pela vaidade do pioneirismo, outros para se destacarem e colher mais frutos ante a invenção do sui generis.

Maquiavel prelecionava intimamente que existem caminhos menos áridos que a invenção; para o homem brilhar, basta seguir o trilho dos sábios que por lá já passaram.

Bebendo nas fontes desta máxima, nós da Revista Filantropia estamos trazendo uma coletânea de alguns trilhos já percorridos por muitos, inclusive por famosos, que elegeram a prática do bem uma arte a ser copiada por aquele que ainda somente tenta ajudar alguém.

E nós, que não inventamos a Filantropia, mas sim a Revista Filantropia, passamos a receita: “copie as lições de quem já copiou de alguém a produção do bem”.

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