Consciência Coletiva

Por: Joana Mao
01 Março 2011 - 00h00
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As redes sociais e o trânsito para um pensar sustentável

Há alguns anos, a internet era a grande promessa de revolução na vida. E de fato foi, embora não soubéssemos como isso iria acontecer. Apenas se especulava. Hoje, com o Facebook, Twitter e outras redes sociais, mais do que a troca de informações, a conexão entre as pessoas se tornou a grande marca dessa revolução. A rede, como é hoje, quebrou a regra da presença de um ponto central como fonte geradora de conhecimento. Nela, a igualdade para opinar e a complementaridade de informações tornaram-se aspectos básicos.
Na teoria das Ciências Sociais, o conceito de rede pode ser definido como o conjunto de relações sociais entre um
grupo de atores e entre eles próprios. Na prática, ela tem sugerido fluxo, movimento e acesso. O mais surpreendente disso é a aproximação das mais variadas áreas de conhecimento, além da formação de uma consciência coletiva virtual extensa e democrática. Parece não ser por acaso a contemporaneidade das redes sociais com a necessidade da incorporação definitiva da sustentabilidade. Necessidade que
trata de uma tomada de consciência que só tem sentido se for coletiva, mas que depende da ativação do indivíduo para o diálogo e sua consequente participação. Um assunto global que, com a internet, não precisa mais se restringir a um comitê gestor. No ambiente da internet, as barreiras territoriais, grupos, categorias e hierarquias não existem, e as interações setoriais, imprescindíveis na ideia de
sustentabilidade, tornam-se possíveis. Com elas, é possível imaginar não mais comitês gestores fazendo parte das organizações, mas redes sociais ao vivo interagindo com seus públicos de interesse. Conforme nos movemos para a era da web 2.0, em que muitos stakeholders enunciam suas preocupações e se unem, indivíduos e organizações têm a chanace de estar engajados em uma mesma causa. É possível supor
um pensar e fazer coletivos, a partir da interação de diversos agentes da sociedade, partícipes de empresas e governos.
Redes que ligam organizações com o seu entorno de forma sistêmica não serão apenas uma forma de proteção de marca, mas com um potencial muito maior: a formação de uma rede criativa, de transformação econômica e social. O designer norte-americano Alex Bogusky, ex-sócio da agência Crispin + Porter – polêmica em razão de suas ações on-line –, lançou no começo deste ano a rede Common, que é, acima de tudo, uma marca, e tem como objetivo se constituir em uma rede on-line de resposta rápida para oportunidades de melhoria social por meio do pensar criativo.
Pessoas conectadas, pensando criativamente, geram protótipos para solucionar causas. A Common enxergou a potencialidade da discussão da sustentabilidade em um ambiente virtual e, a partir daí, a geração de soluções que beneficiam pessoas, comunidades e o ambiente, como vantagens de negócio. Agora está um passo a frente, expressando-se como uma marca que transita da vantagem competitiva para a vantagem colaborativa. Uma prova de que as redes permitem acesso para lidar com o novo, para pensar e viver cada vez mais em grupo.
A variedade de assuntos e possibilidades que articulamos com os outros pode contribuir – e muito – para o desenvolvimento sustentável. Ao contrário do paradigma individualista que vínhamos seguindo, o pensar da sustentabilidade é maior do que as fronteiras individuais. É transpassar a individualidade e o solucionar sozinho para assumir uma consciência coletiva, criando-se, assim, espaço para uma revitalização dos movimentos sociais, nos quais, em rede, pensar é maior.

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