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Mercado de carbono: negócio rentável e eficiente

Sustentabilidade
Por: Fernando Credidio
01 Julho 2008 - 00h00

A principal causa das mudanças climáticas pelas quais o planeta tem passado é o aumento da concentração de gases que provocam o efeito estufa, capaz de aprisionar o calor na atmosfera. Dentre eles estão o dióxido de carbono (CO2), formado a partir da associação entre o carbono – um dos principais constituintes da vida e um dos dez elementos químicos mais abundantes do universo, presente em todas as substâncias orgânicas – e o oxigênio. Sem o dióxido de carbono e outros gases de efeito estufa, a Terra seria um planeta congelado.

Contudo, o uso excessivo de combustíveis fósseis e a queima da vegetação, entre outras atividades humanas, têm liberado tanto CO2 no ar que, atualmente, a concentração de dióxido de carbono cresceu 30% se comparada há 150 anos. A grande liberação desse e de outros gases de efeito estufa na atmosfera está elevando a temperatura da Terra, provocando o aquecimento global.

No Brasil, o volume de carbono emitido por indústrias, veículos, usinas de eletricidade e outros cinco setores cresceu mais depressa que a economia entre 1994 e 2005. Enquanto o PIB subiu 2,6% ao ano, em média, o lançamento de gases que favorecem o efeito estufa variou 3,4%, ou seja, o país está poluindo mais do que gerando riquezas. Os dados, de estudo encomendado pelo governo federal à entidade “Economia & Energia”, vão basear o inventário nacional de emissões. Com 91 milhões de toneladas lançadas à atmosfera em 2005, o...

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