Quem decide por você?

Por: Marcio Zeppelini
23 Outubro 2018 - 21h50

MZ

Quem decide...

Rodolfo, acompanhado de um amigo, foi a uma banca de jornais. Ao chegar, cumprimentou o jornaleiro amavelmente, mas, como retorno recebeu um tratamento rude e grosseiro. Pegou o jornal que foi atirado em sua direção, sorriu polidamente e desejou um bom fim de semana ao jornaleiro.

Quando os dois amigos desciam pela rua, o amigo de Rodolfo perguntou:
- Ele sempre te trata com tanta grosseria?
- Sim, infelizmente foi sempre assim...
- E você é sempre tão polido e amigável com ele?
- Sim, procuro ser.
- Por que você é tão educado, já que ele é tão inamistoso com você?
- Porque não quero que ele decida como eu devo agir.


Você decide!

Nós é que decidimos como devemos agir e reagir em qualquer situação - não os outros!

A exteriorização de nossas emoções deve se dar de acordo com aquilo que acreditamos ser, e jamais ser uma repetição daquilo que os outros fazem conosco. É necessário sempre impor o NOSSO jeito de ser, mesmo que seja totalmente antagônico ao que os demais sejam - até para que o outro, sutilmente, perceba a diferença entre os dois tratamentos.

"Fulano nunca me dá bom dia - também não dou a ela". E assim, em vez de trocar gentilezas, cultivam-se as rusgas. E a cada "bom dia" ignorado, uma gotinha de rancor fica em seu coração.

Eu sou o contrário: se a pessoa não me dá bom dia, aí mesmo é que eu solto um BOOOOM DIAAAAA bem sonoro e cheio de gestos! Com sorriso sincero no rosto, vou repetir esse bom dia sempre, mesmo que o outro continue me ignorando - o que normalmente não acontece!

Nós recebemos do mundo aquilo que entregamos a ele. Se você quer receber gentilezas, as distribua sem contabilizá-las. Se quer receber beijos e abraços de seus filhos, que tal dar o primeiro passo e abraçá-los e beijá-los? Quer ouvir "Eu te amo"? Saia por aí dizendo "Eu te amo" para todos aqueles que você guarda em seu coração.

Ah! E isso vale também para recursos materiais e financeiros. Normalmente, as pessoas mais afortunadas são aquelas que não são mesquinhas.

Mesquinharia (de dinheiro e de gentilezas) gera pobreza (no bolso e na alma)!

Que tal aproveitar esse final de semana ensolarado para distribuir tudo aquilo que você quer receber de volta?

Um monte de beijos gentis, um monte de abraços cheios de ATITUDE! (quero receber de volta, hein?)

Marcio Zeppelini, o Zeppa!


Mesquinharia (de dinheiro e de gentilezas) gera pobreza (no bolso e na alma)! (MZ)

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