Como você reagiria nesta situação?

Por: Marcio Zeppelini
09 Outubro 2017 - 02h22

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Mercado por 20 Reais

Paulo foi ao banco e, na fila do caixa, deixou cair uma nota de R$ 20 no chão.

Uma mulher logo à frente de Paulo pegou a nota do chão e, quando ele ia agradecer a gentileza, ela olhou mortalmente em seus olhos e disse:
- As coisas encontradas no chão são de quem as achou! - Colocou a nota no bolso, carregou suas sacolas de compras e foi saindo, apressada.

Paulo ficou espantado, assim como o operador do caixa. Não hesitou e foi atrás da destemida!
- Com licença! - gritou Paulo - Esses R$ 20 são meus! Devolva, por favor!

A senhora simplesmente ignorou Paulo, como se não tivesse sido dirigida nenhuma palavra a ela. Sem acreditar no que estava acontecendo, Paulo continuou correndo atrás da mulher. Quando ela chegou ao carro dela, colocou as duas sacolas de compras no chão para abrir a porta. Paulo não pensou duas vezes: pegou as sacolas de compras do chão e foi embora!

Nesse momento, a mulher saiu gritando, pedindo que ele devolvesse as sacolas. Paulo, sem nem olhar para trás, disse, com a voz mais doce e sincera:
- As coisas encontradas no chão são de quem as achou, não é mesmo?

Entrou no carro e foi embora, rindo alto. Quando chegou em casa, abriu as sacolas de compras: chocolate, carne moída, batata frita, café, alguns doces, uma boa garrafa de vinho e até uma linda frigideira. Pensou:  "Nada mal por uma nota de R$ 20..."

Não faça com os outros o que não quer que façam com você.

O senso de justiça está na igualdade de direitos e deveres. Nossa liberdade termina onde começa a interferir na liberdade de outro. Então, ao tomar decisões - em qualquer âmbito de sua vida - pergunte-se antes como se sentiria se fizessem o mesmo com você.

Não sei se a história acima é verídica - recebi pela internet -, mas não deixa de ser uma boa lição. Claro que estou usando-a metaforicamente, somente para ilustrar uma situação, como sempre faço nas mensagens semanais. Afinal, um erro não pode ser justificativa para outro ainda maior.

Seja num relacionamento profissional ou familiar, com amigos ou desconhecidos: tenha atitudes verdadeiras, que você acredita serem importantes para o seu desenvolvimento e crescimento pessoal - mas evite fazer aquilo que você não gostaria de ter que passar.

E, quando for necessário tomar decisões amargas, que afetam a vida de outros, explique e deixe bem claro os porquês de tal decisão - e aceite sugestões de como fazer diferente.

A vida não é para os fracos - nem para os oportunistas ou egoístas. Mais cedo ou mais tarde, assim como os fracos, serão derrotados!

Abraços com +ATITUDE, beijos transformadores!
Marcio Zeppelini

 

Ao tomar decisões, pergunte-se antes como
se sentiria se fizessem o mesmo com você.

Marcio Zeppelini