Avanços em saneamento básico continuam insuficientes nas 100 maiores cidades do país

Por: Thaís Iannarelli
02 Outubro 2013 - 13h05

Entre os anos de 2010 e 2011, o Brasil manteve o tímido ritmo de crescimento nos serviços de saneamento básico, colocando em dúvida a possibilidade da universalização dos serviços para os próximos 20 anos. O novo ranking do Instituto Trata Brasil, baseado nos indicadores do SNIS 2011, mostra a situação do saneamento básico nas 100 maiores cidades, onde vivem 40% da população (78 milhões de brasileiros). O estudo foi feito em parceria com a consultoria GO Associados, especializada em saneamento básico, considerando vários indicadores, entre eles os índices de população atendida com água tratada e coleta de esgotos, quantidade de esgotos tratados, perdas de água, investimentos feitos nos serviços, entre outros. Em geral, os números de 2011 mostram uma evolução nos serviços prestados à população, comparados a 2010. Em 2011, o atendimento com água tratada nas 100 maiores cidades teve crescimento de 0,9 p.p. - pontos percentuais - atingindo 92,2% da população; número bem superior ao atendimento na média do país (82,4%). Dos indicadores, a universalização da água é o que está mais próximo. Ovolume de esgotos tratados aumentou em 2,2 p.p. chegando a 38,5% nas 100 cidades; índice muito similar aos 37,5% de tratamento de esgotos no país. É o serviço mais distante da universalização no saneamento.


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