2005

Por: Conselho Editorial
01 Novembro 2004 - 00h00

Um novo ano se aproxima e, com ele, novas expectativas e a esperança de dias melhores. No final do ano passado, a exemplo de todo mês de dezembro, aguardamos a virada do ano para pôr em prática os projetos arquivados devido à falta de tempo e excesso de prioridades.
A culpa em não conseguir checar toda a lista de projetos para aquele determinado ano geralmente recai sobre um terceiro ou, mais precisamente, sobre o governo, a economia, as políticas públicas e todo um mar de álibis.
Tecer um bom planejamento para 2005 requer, entre outros aspectos, saber que teremos altas e baixas na bolsa de valores, no dólar, nos juros e todo aquele malabarismo fundado pela economia mundial. Mudanças legislativas em todas as esferas de governo que burocratizam ainda mais o serviço social no país e emperram a operacionalização pró-ativa. Internamente, profissionais em que a entidade confia deixarão de participar de seu quadro de colaboradores, assim como novos colaboradores aliados a novas soluções virão fazer parte do time. Toda essa imensa massa de imprevistos terá de fazer parte da receita do sucesso de 2005.
Se não quisermos que o bolo desande, o improviso e as mudanças devem estar incluídos no planejamento e, para tanto, devemos esquadrinhar planos B, C, D...
Essas rotas de fuga significam não só traçar segundas estratégias, como também saber qual será o fator que determinará a mudança da atual vertente para o “plano B”. Em uma cirurgia emergencial, a equipe médica precisa ter seus procedimentos todos bem alinhavados e saber exatamente o que fazer caso o paciente tenha, no meio da cirurgia, uma parada cardíaca. Não há como parar todos os procedimentos e fazer uma reunião da equipe médica a fim de decidir o que fazer.
Agora é o momento de traçar os objetivos, construir o orçamento, traçar metas, definir estratégias e ter tarefas delegadas a todos os colaboradores ligados direta e indiretamente aos projetos, que devem estar cientes e de acordo com os micro e macro objetivos da entidade.
Segundo os mais diversos tipos de especialistas, o ano de 2005 promete crescimento. Para tanto, só quem tiver arado bem seu terreno poderá tirar bons frutos do próximo período.
Nesse enredo, poderemos entrar em 2005 com pé direito e mangas arregaçadas para, daqui a um ano, podermos dizer: missão cumprida!
Boas festas e uma entrada de ano repleta de boas expectativas.

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