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Aprendizados

Assistência & Serviço Social
09 Outubro 2016 - 04h49

 

Sou trabalhadora do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). Por definição, não há dia em que eu não aprenda algo novo. É meu lema, meu destino de sujeito sempre em formação, sempre em busca de conhecimento.

Passei a refletir sobre esse isso por conta das minhas experiências profissionais vividas. Primeiro, com o estágio em Psicologia no Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) Infanto-juvenil e, posteriormente, na função de educadora social no Centro de Convivência Santo Antônio, localizado em Caxias do Sul (RS), cidade onde resido.

Ambas as experiências foram – e são – desafiadoras por si só. O CAPS causou impacto por ter sido meu primeiro trabalho com a população do Sistema Único de Saúde (SUS), além de acompanhar os usuários com transtornos mentais graves e/ou persistentes. Gostei do desafio, queria mais. Ao vencer o período máximo de realização do estágio extracurricular, precisei buscar nova experiência. Após dois meses, fui indicada por amigos da área à educadora social. Meus olhos brilharam e meu coração acelerou. Eu já tinha experimentado algo parecido, acreditava que era a chance de dar continuidade ao trabalho e, com um pouco de receio e muito entusiasmo, fui à luta.

De um serviço de alta complexidade do SUS para um serviço de Proteção Social Básica do SUAS. Ainda assim, algumas semelhanças...

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