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Agentes da obsolescência programada e o descarte precoce

Administração & Planejamento
Por:
11 Outubro 2014 - 01h24

O mercado de consumo se encontra em permanente ciclo de produção e venda, que tem como objetivo fundamental satisfazer a incessante necessidade dos consumidores. Correto? Nem tanto.
Por trás desta afirmação há fatores omitidos que comprometem diretamente os produtos e o consumo. Por um lado, fabricantes desenvolvem bens com ciclo de vida limitado, a fim de induzir a troca contínua. Por outro, consumidores são bombardeados por estímulos externos, alimentando os anseios pelo consumo de novos produtos.
Mas, pensando bem, podemos depositar toda a responsabilidade pelo consumo exacerbado e troca incessante de produtos somente nos fabricantes? Ou serão os próprios consumidores agentes ativos deste ciclo de consumo e descarte? Existem soluções para conter o descarte antecipado e desacelerar a consumo?
O estudo realizado pela Market Analysis, em parceria com o Instituto de Defesa do Consumidor (IDEC), traz informações aprofundadas sobre a relação do consumidor com a realidade da obsolescência programada, e também sobre como o brasileiro realiza o descarte ou substituição de produtos.
Nesta pesquisa foram consultadas 806 pessoas que vivem em cinco regiões do Brasil. Os dados revelam que 47% trocam seus dispositivos eletrônicos antes mesmo destes apresentarem falhas técnicas. O que isso quer dizer? Afinal, não é o ciclo de vida reduzido a razão pela qual consumimos novos produtos?
O estudo aponta como os consumidores estão antecipando...

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