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Compras com estilo e responsabilidade

Sustentabilidade
01 Outubro 2007 - 00h00
A cena é comum: o consumidor vai ao supermercado, compra um ou dois produtos e, para carregá-los, apanha várias sacolinhas plásticas. Além de embalar as compras, elas servirão, certamente, para acondicionar o lixo da residência, do escritório e até para recolher os dejetos de seu animal de estimação, no passeio diário. Atire a primeira pedra quem nunca agiu assim. Infelizmente, esse é um hábito arraigado na maioria das pessoas, para dano do planeta e das gerações futuras.

Ninguém discute que o plástico tornou-se indispensável para boa parte das atividades essenciais ao desenvolvimento humano, a partir de sua utilização em escala industrial, há mais ou menos 50 anos. Contudo, esse material leva muitos anos para ser decomposto na natureza. Ainda que a ciência não tenha determinado o tempo exato dessa transformação, alguns calculam que esse prazo possa chegar a 400 anos.

O plástico que dura não é o vilão. O problema não está no material em si, mas na má utilização que a sociedade faz dele. O Brasil produz, anualmente, 210 mil toneladas do chamado plástico filme, a matéria-prima dos saquinhos plásticos. Esse total representa cerca de 10% do lixo do país. Por essa razão, é preciso minimizar, com urgência, o emprego desmedido de sacolas plásticas pelos consumidores.

O que fazer então?

O correto seria o cidadão levar sacolas de pano de sua própria residência, mas isso ainda requer uma conscientização...

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